
Emae vence Leilão de Energia Nova
Com a operação, a companhia investirá aproximadamente R$ 200 milhões em nova PCH, que terá capacidade para atender uma cidade de 65 mil residências
Explore a nossa abordagem sobre segurança de barragens operadas pela EMAE! A EMAE está comprometida com a operação responsável e sustentável das suas instalações hidrelétricas, e isso inclui a implementação de práticas robustas de segurança.
Formado por diques, barragens, reservatórios, balsas, usinas elevatórias e canais, sua principal característica é exigir uma operação voltada para o aproveitamento racional das águas superficiais e o uso múltiplo dos recursos hídricos disponíveis. Promovendo a
Coordenada e supervisionada pelo COS – Centro de Operação do Sistema, a operação do sistema hidroenergético da Emae inclui as usinas hidrelétricas Henry Borden, Porto Góes e Rasgão e as usinas termoelétricas Piratininga e Fernando
Inovação, compromisso ambiental e excelência energética na Emae
Passado e presente juntos, colaborando para construir uma história única! A Emae tem origens em 1899 com a fundação da The São Paulo Railway, Light and Power Company Limited, estabelecida em Toronto, no Canadá, e autorizada a operar no Brasil por decreto presidencial pouco tempo depois.
A primeira hidrelétrica da empresa no Brasil e a maior do país até então, a Usina de Parnaíba foi fundada em 1901, ampliando capacidades e construindo infraestrutura para atender à crescente demanda por energia elétrica. Sem contar na adoção de práticas voltadas para o aproveitamento racional dos recursos hídricos disponíveis. Hoje detentora e operadora de um sistema hidráulico e gerador de energia elétrica, localizado na Região Metropolitana de São Paulo, Baixada Santista e Médio Tietê, a Emae foi desestatizada em 2024, quando o Governo de São Paulo vendeu sua participação para o fundo de investimentos FIP Phoenix.

Com a operação, a companhia investirá aproximadamente R$ 200 milhões em nova PCH, que terá capacidade para atender uma cidade de 65 mil residências

A Emae iniciará, no dia 24 de setembro, uma manutenção preventiva obrigatória na balsa que realiza a travessia Bororé-Grajaú, zona sul de São Paulo, conforme determinação da Marinha do Brasil. O serviço terá duração de 15 dias.